TG Vitória Souza Ramos

A COSTURA DO SER: ARTE CONTEMPORÂNEA, INFÂNCIAS E A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DAS CRIANÇAS NEGRAS 

A pesquisa trata da análise do diálogo entre a Arte Contemporânea, a negritude e a educação para as infâncias, tendo em vista os parâmetros curriculares da educação básica. Objetiva compreender e analisar a trajetória do ensino de Arte no Brasil, perpassando a legislação educacional brasileira, a história dos movimentos por igualdade racial no país, a eclosão dos movimentos artísticos contemporâneos e a reverberação desses movimentos no ensino da Arte nas infâncias. Fundamenta-se em bell hooks (2013) a partir da proposta de educação transgressora, em Lélia Gonzalez (2020) e o chamado a uma academia anticolonial, em Paulo Freire (2016) e o ideal de uma educação voltada para a construção da autonomia do educando, e em Margarete Sacht Góes (2025), nas propostas de modos autorais e provocadores de exercer a docência da Arte [Contemporânea] em conjunto com as crianças. Metodologicamente, fundamenta-se na pesquisa qualitativa a partir da abordagem artográfica de Belidson Dias e Rita L. Irwin (2013). Por fim, a pesquisa aponta para novos modos de pensar e de fazer Arte Educação ao desconstruir ideias acerca da Arte, educação e corporeidade e gestar outras maneiras de exercer a docência.

Palavras-Chaves: Infâncias, Arte Contemporânea, Negritude, Artografia.

VITÓRIA SOUZA RAMOS

Artes Visuais

2026

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